24 de janeiro de 2013

E meus olhos brilharam!

E foi uma inquietação com uma carreira Administrativa/Comercial que me levou a querer trabalhar com a área criativa novamente. Analisei várias possibilidades, mas o tempo de formação e a possibilidade de experimentar um pouco da prática pesaram na decisão pela gastronomia.
Tive a chance de fazer aulas práticas na "Sal a Gosto", uma escola de Caxias do Sul, e colocar a "mão na massa". Foi numa dessas aulas, que meus olhos brilharam, que eu senti que aquelas descobertas eram o que eu queria sentir sempre. Pra quem é básico no assunto, isso nem é tão difícil, mas eu tenho a consciência de que passado o período inicial, as descobertas não só serão continuas, como a criação também fará parte desse processo.
Então era hora de começar a pensar na formação, e além das pesquisas que realizei, três conversas foram fundamentais para definir qual caminho seguir. Tive a atenção dos Chefs Gabriel Lourenço, Fernando Bertini e Marcelus Vieira. As conversas com eles foram fundamentais para definir qual modelo de curso era mais apropriado para esse inicio. 
E vale citar, que todo esse processo que durou alguns meses, teve o acompanhamento do meu analista Otávio Nunes, que me ajudou a descobrir e a fundamentar todas essas decisões. 
Compartilhar isso com amigos e família também foi importante, ainda que nesses casos, na maioria das vezes, filtramos o que queremos ouvir e ficamos só com o que é positivo. Mas é inegável, que filtrando ou não, o apoio foi quase incondicional.

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