1 de abril de 2013

Valorizar o que é bom, é dar um bom valor ao que vale.

Dia desses comi um croissant numa padaria em São Paulo e quando paguei tomei um susto: R$ 6,50 por um pequeno croissant? Na minha ignorância ali estavam o custo do ambiente de luxo, do bairro requintado, da marca da padaria badalada. Mas havia muito mais embutido nesse preço.
Um croissant verdadeiro é feito de massa folhada a base de farinha e manteiga e dá um trabalho e tanto para ser produzido. Um croissant qualquer é feito de massa folhada a base de farinha e gordura hidrogenada, o que facilita o trabalho. Não se compara a qualidade, o sabor, o trabalho nem o preço.
Essa percepção só temos quando descobrimos o que há na concepção do produto. Fazer um caldo por exemplo, leva cerca de oito horas. Ingrediente, materiais, mão de obra, gás e oito preciosas horas. E um bom caldo é a base de uma boa cozinha.
Onde quero chegar? Barato ou caro é uma percepção que depende do entendimento de cada um. 
Tempo de produção, ingredientes de primeira qualidade, sorriso do atendente, ambiente do serviço, além de uma altíssima carga tributária justificam a diferença de preços de produtos "semelhantes", comparados dentro do Brasil ou fora dele. Isso serve para a gastronomia e também para outros produtos. 
Valorizar o que é bom, é dar um bom valor ao que vale.

Um comentário:

  1. O bônus consiste na qualidade... em quase tudo.
    A qualidade consiste no trabalho, dedicação, ingredientes, tempo para se produzir, ambiente, atendimento... enfim, além de onde a vista alcança.

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